Garagem de condomínio escorada, com pontos de patologia estrutural marcados a giz no teto e nos pilares
Ferro aparecendo no concreto não é acabamento, é aviso

Recuperação estrutural de condomínios em Florianópolis, com projeto e responsável técnico

Pilar com armadura exposta, viga fissurada, teto de garagem descascando, marquise cedendo. A HG escora, remove o concreto contaminado, trata a ferragem e devolve a seção — em vez de esconder o problema atrás de massa e tinta.

  • Escoramento antes de tocar em qualquer elemento comprometido
  • Concreto contaminado removido até chegar em base sã
  • Armadura limpa, tratada e reposta quando perdeu seção
  • Engenheiro respondendo pela obra no CREA — SC 191344-9
+15 anos
de obra em concreto armado
ART
em cada intervenção
100%
do trabalho é em condomínio

Vistoria estrutural sem custo

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Sinais de alerta

O que o edifício mostra quando a estrutura começa a ceder

Diferente de uma infiltração, patologia estrutural raramente dói antes de ficar cara. Estes seis sinais são os que aparecem primeiro.

Ferro à mostra no teto da garagem

O concreto que protegia a armadura caiu. A partir daí a ferragem oxida sem barreira nenhuma, e a perda de seção começa a contar.

Concreto estufado no pilar

Bolha ou casca soltando na base do pilar. Bater com o dedo e ouvir som oco significa que aquele pedaço já não trabalha junto com o resto.

Fissura que muda de tamanho

Abertura que cresceu, mudou de direção ou reabriu depois de tapada. É a diferença entre trinca de revestimento e trinca que interessa.

Marquise ou sacada com barriga

Elemento em balanço que visivelmente baixou no meio ou na ponta. É a situação de maior risco de todas — o colapso costuma ser sem aviso.

Mancha de ferrugem escorrendo

Risco alaranjado descendo pela parede ou pelo pilar. O ferro está corroendo lá dentro e a água está trazendo o óxido para fora.

Remendo que voltou a abrir

O ponto já foi tapado e a casca soltou de novo, quase sempre um pouco maior. Sinal claro de que trataram o sintoma e não a causa.

Onde atuamos

Os elementos estruturais que recuperamos

Cada um falha de um jeito e por um motivo diferente. A etiqueta indica o que costuma estar por trás do problema naquele ponto do edifício.

Pilar

Recebe carga de todos os andares acima, então é onde a perda de seção pesa mais. Na garagem soma-se a batida de carro, a lavagem constante e a umidade que sobe do piso.

Carga concentrada

Viga

A fissura na viga tem endereço: perto do apoio conta uma história, no meio do vão conta outra. Ler onde ela está é o que separa reparo de reforço.

Fissuração

Laje e teto de garagem

O subsolo concentra umidade, pouca ventilação e cobrimento de concreto fino. Por isso é quase sempre ali que a armadura aparece primeiro no edifício inteiro.

Umidade retida

Marquise e sacada

Elemento em balanço: a armadura que segura fica na face de cima, logo abaixo do piso, e é a primeira a sofrer com a água que não escoa. Tratamos como prioridade sempre.

Risco de colapso

Escada, rampa e contenção

Cortina de arrimo e rampa de garagem trabalham encostadas no solo e recebem empuxo e umidade o ano inteiro. Recuperar sem resolver a drenagem é combinar de voltar.

Contato com solo

Reforço de capacidade

Quando a peça perdeu seção demais ou vai passar a receber carga maior, recuperar não basta: entra reforço com fibra de carbono, encamisamento ou perfil metálico.

Ganho de resistência
Atendemos exclusivamente condomínios. Se ninguém ainda avaliou tecnicamente o que está acontecendo, o passo anterior à obra é um laudo estrutural que diga a gravidade e a ordem de prioridade. Conte no formulário o que está aparecendo no seu prédio e vamos ver de perto.
Antes de aprovar o mais barato

Massa por cima do ferro não é recuperação estrutural

As duas propostas prometem "recuperar o pilar". Só uma delas remove o que está contaminado — e é por isso que uma custa o triplo da outra.

Reparo cosmético
Recuperação estrutural
Mexe na peça carregada, sem escorar nada antes
Escoramento dimensionado, montado antes de a primeira marreta subir
Raspa só o que estava solto e já aplica a massa
Remove o concreto contaminado até encontrar base sã, mesmo que a área cresça
Cobre a ferragem enferrujada do jeito que ela está
Armadura limpa até o metal, tratada e complementada quando perdeu seção
Argamassa comum de obra, que retrai e descola
Graute ou argamassa de reparo estrutural, com aderência e resistência especificadas
Nada muda no que causou o problema — a água continua chegando
A origem entra no escopo: drenagem, junta ou impermeabilização
Sem responsável técnico por uma intervenção em elemento de carga
Engenheiro identificado no CREA, com ART da execução
Por que o remendo não segura

O que acontece dentro do concreto antes de aparecer

Quando a casca cai, o processo já está rodando há anos. Entender esta sequência é o que faz a assembleia aprovar a obra certa em vez da mais barata.

O concreto perde a proteção

Novo, o concreto é alcalino e mantém a armadura passivada, quimicamente protegida. Com os anos, o gás carbônico do ar e a maresia do litoral vão neutralizando essa proteção de fora para dentro.

A frente alcança o ferro

Quando essa frente atravessa o cobrimento e chega na armadura, a proteção acaba. Basta então umidade e oxigênio — que nunca faltam em garagem e cobertura — para a corrosão começar.

A ferrugem empurra de dentro

O produto da corrosão ocupa várias vezes o volume do aço original. Esse inchaço trabalha como uma cunha dentro da peça e vai empurrando o concreto de dentro para fora.

A casca solta e você vê

O concreto racha, estufa e cai. É aqui que o problema fica visível — e é aqui que a armadura, agora exposta e já com seção reduzida, passa a corroer muito mais rápido.

Por isso tapar não resolve. A massa nova cobre a vista, mas a ferragem contaminada continua embaixo, no mesmo ambiente e com o mesmo processo em curso. O remendo volta a soltar — e volta maior, porque o ciclo andou mais um pouco enquanto ninguém olhava.
Execução

A sequência que uma obra estrutural exige

Seis etapas, nesta ordem, com responsável técnico acompanhando e seguindo as diretrizes da ABNT para estruturas de concreto.

Escolha da técnica

Recuperar devolve o que existia. Reforçar vai além.

Nem toda peça comprometida precisa da mesma solução. O que define é quanto de seção se perdeu e que carga aquele elemento vai ter que suportar daqui para frente.

Reconstituição com graute

Devolve à peça a seção que ela tinha em projeto, com material de reparo de alta aderência e retração controlada. É a solução da maioria dos casos, quando a armadura ainda tem seção suficiente e a capacidade original resolve.

Costuma resolver
Pilar de garagem Teto de subsolo Viga com corrosão pontual

Fibra de carbono

Mantas ou lâminas coladas na superfície da peça, que acrescentam resistência sem praticamente aumentar dimensão nem peso. Resolve onde não há espaço para engrossar o elemento e a obra precisa ser rápida e limpa.

Costuma resolver
Viga sem folga de altura Laje com flecha Marquise

Encamisamento

A peça ganha uma camada nova de concreto e armadura por fora, aumentando a seção resistente. É a saída quando a perda foi grande ou quando o elemento vai passar a receber carga maior do que a prevista em projeto.

Costuma resolver
Pilar muito degradado Base de pilar Aumento de carga

Reforço metálico

Perfis e chapas de aço fixados à estrutura para dividir a carga com a peça existente. Entra quando é preciso resultado imediato, sem esperar cura de concreto — inclusive como solução definitiva depois de um escoramento de emergência.

Costuma resolver
Situação de urgência Vão grande Apoio de viga
A técnica sai do cálculo, não do catálogo. A proposta traz a solução de cada peça com a justificativa técnica por trás — e, quando o caso exige, o projeto de reforço correspondente. Em boa parte das obras a origem é água chegando onde não devia, e aí a impermeabilização entra no mesmo escopo.
Proposta

O que fica escrito antes de a obra começar

Em obra estrutural a área cresce conforme se abre a peça. Por isso o critério de medição precisa estar acordado desde o começo — é o que impede a surpresa no meio do caminho.

Proposta de Recuperação Estrutural — HG Engenharia
Mapeamento dos pontos, peça por peça
Critério de medição e o que acontece se a área crescer
Escoramento previsto e tempo de permanência
Materiais de reparo especificados por resistência
Técnica de reforço de cada peça, quando houver
Tratamento da causa: drenagem, junta ou impermeabilização
Vagas e áreas comuns afetadas, com cronograma
ART da execução e garantia contratual do reparo
Obra acompanhada por engenheiro do quadro — CREA SC 191344-9
Pilar de pilotis com o concreto removido em toda a altura, armadura exposta e escoramento metálico ao redor
Pilar aberto em toda a altura, com a estrutura escorada: a extensão real do dano só aparece depois de abrir.
Obras da HG

Como é uma obra estrutural por dentro

Garagens e pilotis onde a HG trabalhou, aqui em Santa Catarina. É serviço sujo, escorado e lento — não existe versão bonita disso.

Garagem de condomínio com escoras metálicas e pontos de patologia numerados a giz azul no teto e nos pilares
Mapeamento

Cada ponto comprometido numerado antes de começar. É esse mapa que vira o orçamento e o cronograma.

Escoras metálicas apoiando a laje de uma garagem, com entulho de concreto removido no chão
Escoramento

A carga passa para as escoras antes de a primeira lasca sair. O entulho no chão é concreto que já não trabalhava.

Nicho aberto em pilar de garagem com a armadura exposta, cercado por escoramento metálico
Abertura

Concreto removido até a base sã, contornando a ferragem por completo para o reparo envolver a barra.

Pilar de pilotis aberto verticalmente com armadura à mostra e escoras metálicas apoiando a estrutura ao redor
Extensão real

O que parecia uma casca solta virou abertura em toda a altura do pilar. Por isso o critério de medição vai em contrato.

Armadura de pilar tratada, com estribos novos amarrados, recebendo material de reparo estrutural
Armadura tratada

Ferragem limpa e estribos novos amarrados à existente, já recebendo o material de reparo.

Pilar de garagem com a seção reconstituída, escoras ainda montadas e carro estacionado ao lado
Seção devolvida

Peça reconstituída, escoramento ainda em pé até a cura. O carro ao lado é o condomínio seguindo a vida.

Prova social

Quem já entregou o prédio nas nossas mãos

Nada é cobrado até aqui

Primeiro descobrimos o tamanho do problema

Um engenheiro percorre a garagem e as áreas comuns, separa o que é urgente do que cabe no orçamento do ano que vem, e monta o escopo em cima disso. A conversa sobre valor vem depois desse mapa.

Chamar um engenheiro

Responsabilidade técnica documentada

CREA SC 191344-9. Intervenção em elemento de carga sem responsável técnico identificado não deveria nem ser cogitada.

Critério de medição acordado

A área cresce conforme se abre a peça — isso é da natureza da obra. O que não pode é o critério de cobrança aparecer depois.

Segurança durante a obra

Isolamento das áreas em intervenção, escoramento dimensionado e o condomínio informado do que fica indisponível e por quanto tempo.

Apoio na assembleia

Se o condomínio precisar, um engenheiro da HG apresenta o diagnóstico e responde às perguntas dos condôminos.

Dúvidas frequentes

O que a assembleia pergunta antes de aprovar

Quanto custa recuperar um pilar ou o teto da garagem?

O que pesa no valor é a quantidade de pontos, a profundidade do dano, a necessidade ou não de reforço e o escoramento envolvido. Um teto com vinte pontos rasos e um pilar com perda profunda de seção custam coisas muito diferentes, mesmo com metragem parecida.

Por isso vistoriamos e mapeamos antes, e enviamos o orçamento sem custo, com o mapa dos pontos e o critério de medição definidos.

O prédio precisa ser desocupado durante a obra?

Praticamente nunca. O trabalho é feito por trechos: isola-se a área em intervenção, escora-se, executa-se e libera-se, seguindo para o trecho seguinte. O que costuma acontecer é indisponibilidade temporária de vagas de garagem, e isso vai combinado no cronograma antes de começar.

A exceção é quando a inspeção encontra risco iminente em algum elemento. Aí a área é interditada na hora — e essa decisão não espera assembleia.

Quanto tempo demora?

Depende do número de pontos e, principalmente, do tempo de cura dos materiais — o escoramento não sai antes disso, e isso não se acelera por vontade. Prazo fechado antes de mapear os pontos é chute. O cronograma sai por escrito no contrato, trecho a trecho, e é combinado com a administração.

Por que a área do orçamento aumentou depois que a obra começou?

Porque a extensão real do dano só se conhece depois de abrir. O concreto deteriorado quase sempre passa dos limites do que estava visivelmente solto, e parar a remoção no limite do orçamento seria deixar material contaminado embaixo do reparo novo.

É por isso que o critério de medição fica acordado antes, na proposta. O que não pode acontecer é o condomínio descobrir a regra de cobrança no meio da obra.

Dá para só pintar por cima e resolver depois?

Pintura esconde a mancha, não interrompe a corrosão. A ferragem contaminada continua no mesmo ambiente e o processo segue andando embaixo da tinta — a diferença é que agora ninguém está olhando.

Adiar tem um custo específico nesse tipo de patologia: quanto mais seção de aço se perde, maior a chance de o caso deixar de ser reparo e virar reforço, que é bem mais caro.

Preciso de laudo antes de contratar a obra?

Para casos localizados e evidentes, a vistoria técnica que fazemos antes do orçamento já resolve. Quando o problema aparece em vários pontos do edifício, ou quando o condomínio vai levar a decisão a assembleia e precisa de um documento formal, o caminho é o laudo estrutural com ART, que classifica cada anomalia por grau de risco e define a ordem de prioridade.

O laudo é independente da obra: o documento serve para o condomínio cotar com quem quiser.

A HG atende fora de Florianópolis?

Atende, sim. Fora da Grande Florianópolis, a equipe roda o Litoral Norte catarinense — Balneário Camboriú, Itajaí, Itapema, Camboriú, Navegantes, Porto Belo, Bombinhas e Penha — e também Curitiba com sua região metropolitana.

Área de atendimento

Onde executamos recuperação estrutural

Grande Florianópolis

Recuperação de pilares, vigas e lajes em Florianópolis — Centro, Trindade, Agronômica, Itacorubi, Coqueiros, Estreito, Lagoa da Conceição e Ingleses —, além de São José, Palhoça e Biguaçu. Em cidade de litoral a maresia acelera a corrosão da armadura: prédio à beira-mar envelhece a estrutura mais rápido que o do miolo.

(48) 99154-7408

Estrutura não melhora sozinha com o tempo

Cada ano de espera é mais seção de aço perdida — e a conta sobe de degrau quando o caso deixa de pedir reparo e passa a pedir reforço. Comece pela avaliação da sua garagem.

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