Técnico de manutenção predial com capacete e cinto de ferramentas diante da vista de uma cidade
Todo conserto de emergência já foi, um dia, uma manutenção barata

Manutenção predial em Florianópolis para o condomínio parar de administrar emergência

Levantamos os sistemas do seu edifício, montamos um plano com o que verificar e de quanto em quanto tempo, executamos as rotinas e deixamos o histórico registrado. Quem assume depois de você encontra um prédio com memória.

  • Inventário do edifício antes de qualquer proposta de rotina
  • Plano com periodicidade escrita, não com visita avulsa
  • Registro de cada verificação, que fica com o condomínio
  • Engenheiro respondendo pelo plano no CREA — SC 191344-9
+15 anos
cuidando de edifícios
ART
no plano e nos serviços
100%
voltado a condomínio

Proposta de manutenção sem custo

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Como se reconhece

Seis sinais de um condomínio que vive apagando incêndio

Nenhum deles é grave sozinho. Juntos, descrevem um prédio em que cada problema é descoberto pelo morador, e não pela gestão.

Rateio extra virou rotina

Toda temporada aparece uma cota a mais para resolver algo que estourou. O orçamento anual nunca fecha porque ninguém previu nada.

Ninguém sabe o que já foi feito

A bomba foi trocada em que ano? Quando a caixa d'água foi limpa pela última vez? Se a resposta depende da memória de alguém, ela vai embora com a pessoa.

Troca de síndico apaga tudo

Cada gestão recomeça do zero: redescobre os mesmos problemas, contrata os mesmos diagnósticos e refaz as mesmas escolhas.

Um prestador diferente por problema

Um para bomba, outro para portão, um terceiro para infiltração. Ninguém enxerga o edifício inteiro, e cada um culpa o serviço do outro.

O mesmo defeito toda estação

Chove e a garagem alaga de novo. Esquenta e o mesmo motor desarma. O conserto sempre resolve o episódio e nunca a causa.

Nada documentado para a seguradora

Na hora do sinistro, provar que o edifício era mantido depende de papel. Sem registro, a conversa começa em desvantagem.

Escopo

As frentes que o plano acompanha

Um edifício é um conjunto de sistemas que envelhecem em ritmos diferentes. O plano existe para que nenhum deles seja lembrado só quando falha.

Atendemos exclusivamente condomínios. O plano não substitui as empresas especializadas que já atendem o prédio — elevador e gás seguem com quem é do ramo. O que o plano faz é dar a elas um responsável técnico do lado do condomínio. Conte no formulário como está hoje.
Duas formas de gastar

Consertar quando quebra também é um plano — o mais caro deles

A diferença entre os dois modelos não aparece no mês. Aparece no fim do mandato, quando se soma tudo o que foi resolvido às pressas.

Chamar quando falha
Plano de manutenção
O morador descobre o problema antes da administração
A verificação encontra na rotina, enquanto ainda é pequeno
Preço de urgência, no fornecedor que puder vir hoje
Serviço programado, com tempo para cotar e comparar
Gasto imprevisto que vira cota extra no meio do ano
Despesa distribuída e prevista na previsão orçamentária
Cada serviço com um prestador, sem visão do conjunto
Um responsável técnico que enxerga o edifício inteiro
Histórico na cabeça do zelador e nos e-mails de alguém
Registro escrito, que sobrevive à troca de gestão
Na assembleia, a decisão se apoia em opinião
Na assembleia, a decisão se apoia no que foi registrado
Implantação

Do primeiro levantamento à rotina rodando

Plano de manutenção não se compra pronto: ele é construído em cima do que aquele edifício específico tem, seguindo as diretrizes da ABNT para manutenção de edificações.

O calendário

Com que frequência cada coisa é verificada

Este é o desenho típico de um plano. O do seu edifício sai do levantamento, porque prédio de quatro andares e torre de trinta não têm a mesma agenda.

  • Bombas de recalque e de incêndio, em funcionamento
  • Ralos e grelhas das áreas descobertas
  • Iluminação de emergência e sinalização de rota
  • Portões, fechaduras e interfone
  • Nível e vazamento aparente nos reservatórios
  • Quadros elétricos: aquecimento e aperto de conexões
  • Calhas, rufos e caimento da cobertura
  • Registros e válvulas do barrilete
  • Estado das juntas de dilatação
  • Piso e sinalização das áreas de circulação
  • Limpeza e desinfecção dos reservatórios
  • Fachada: pontos de revestimento e fissuras acompanhadas
  • Sistema de impermeabilização das áreas expostas
  • Portas corta-fogo e rotas de saída
  • Grupo gerador, quando houver
  • Vistoria geral da estrutura e da fachada
  • Medição de aterramento e verificação do SPDA
  • Revisão do inventário e da idade dos equipamentos
  • Comparação fotográfica com o ciclo anterior
  • Relatório para a previsão orçamentária

Isto é um ponto de partida, não uma regra fixa. A frequência real de cada item depende da idade do edifício, da exposição à maresia, do tipo de equipamento e do que o levantamento encontrar. Prédio de frente para o mar não segue o mesmo calendário de um prédio do miolo da cidade.

Entregável

O que fica com o condomínio, não com a empresa

O maior valor do plano não é a visita do mês: é o acervo que se forma. Se a HG sair um dia, tudo isso continua sendo do prédio.

Acervo de Manutenção — HG Engenharia
Inventário dos sistemas, com idade e condição
Calendário anual, item a item, com responsável
Relatório de cada visita, com registro fotográfico
Lista de pendências, em ordem de prioridade
Controle de validades e de contratos de terceiros
Comparativo fotográfico entre ciclos
Relatório anual para a previsão orçamentária
Responsável técnico identificado, com ART
Plano assinado por engenheiro responsável — CREA SC 191344-9
Armadura de pilar exposta e corroída sendo medida durante vistoria técnica em condomínio
Achado de vistoria virando registro: é assim que uma pendência entra no histórico em vez de virar emergência.
Onde isso vai parar

Toda obra cara começou como um item de rotina adiado

Estas são fotos de obras que a HG executou em condomínios de Santa Catarina. Nenhuma delas começou grande — cada uma começou como algo que dava para resolver numa visita.

Reputação

Síndicos que já trabalharam com a nossa equipe

Como começa

O levantamento inicial não é cobrado

Antes de falar em contrato mensal, um engenheiro percorre o edifício e mostra o que encontrou. Se o condomínio decidir seguir sozinho com aquilo, o material é dele do mesmo jeito.

Marcar o levantamento

Engenheiro por trás do plano

CREA SC 191344-9. Quem monta o calendário e assina os relatórios é engenheiro, não uma equipe genérica de serviços gerais.

O acervo é do condomínio

Inventário, relatórios e histórico ficam com o prédio. Encerrado o contrato, nada disso vai embora com a gente.

Sem obrigação de contratar a obra

Quando a rotina aponta um serviço maior, o condomínio cota com quem quiser. O relatório é escrito para qualquer empresa conseguir orçar.

Interlocução com os prestadores

As empresas de elevador, gás e dedetização continuam as mesmas. A diferença é ter alguém técnico do lado do condomínio na conversa.

Dúvidas frequentes

Perguntas que aparecem antes de fechar um plano

Quanto custa um plano de manutenção predial?

O valor depende do porte do edifício, da quantidade de sistemas que ele tem e da frequência de visita que o caso pede. Uma torre com gerador, duas casas de bombas e piscina exige muito mais horas técnicas que um prédio de quatro andares.

Por isso o levantamento vem antes do preço, e ele é sem custo: só depois de conhecer o prédio dá para dizer quanto custa cuidar dele.

Já temos zelador. O plano substitui ele?

Não, e não deveria. O zelador cuida da operação do dia a dia, e boa parte das rotinas mensais é ele quem executa melhor do que ninguém — está lá todo dia. O que o plano acrescenta é o roteiro do que verificar, a frequência e o registro, mais a leitura técnica do que foi encontrado.

Na prática o plano costuma facilitar a vida do zelador: ele deixa de decidir sozinho o que é grave.

Manutenção predial é obrigatória por lei?

Não existe uma regra única. Manter o edifício é, antes de tudo, uma recomendação técnica e um dever de boa gestão — e alguns itens específicos, como equipamentos de combate a incêndio, têm exigências próprias.

A legislação sobre vistorias periódicas varia de município para município e vem mudando. Antes de propor qualquer coisa, verificamos o que a cidade do seu edifício exige hoje.

Qual a diferença entre isso e uma inspeção predial?

A inspeção predial é uma fotografia: avalia o edifício num momento e gera um documento com as anomalias classificadas por grau de risco. É pontual.

O plano de manutenção é o filme: acompanha o prédio ao longo do tempo, executa rotinas e registra a evolução. Os dois se completam — uma inspeção costuma ser o melhor ponto de partida para montar o plano.

Somos um prédio novo. Faz sentido agora?

É o melhor momento, por dois motivos. Primeiro porque o edifício ainda está dentro dos prazos de garantia da construtora, e ter registro do que foi verificado é o que sustenta uma cobrança de vício construtivo. Segundo porque começar com o inventário completo é muito mais fácil do que reconstruí-lo dez anos depois.

E se a rotina encontrar um problema grande?

Vira um registro com foto, gravidade e recomendação, e entra na lista de pendências em ordem de prioridade. O condomínio decide o que fazer e não tem obrigação nenhuma de contratar a obra conosco — o relatório é escrito para qualquer empresa conseguir orçar em cima dele.

Se for risco imediato, a comunicação não espera o relatório do mês: avisamos na hora.

A HG atende fora de Florianópolis?

Atende. Além da Grande Florianópolis, mantemos condomínios em Balneário Camboriú, Itajaí, Itapema, Camboriú, Navegantes, Porto Belo, Bombinhas e Penha, no Litoral Norte catarinense, e em Curitiba e região metropolitana. Para plano com visita periódica, vale confirmar a frequência viável na sua cidade.

Área de atendimento

Onde mantemos condomínios

Grande Florianópolis

Planos de manutenção em Florianópolis — Centro, Trindade, Agronômica, Itacorubi, Coqueiros, Estreito, Lagoa da Conceição e Ingleses —, além de São José, Palhoça e Biguaçu. Aqui o calendário precisa considerar dois inimigos que trabalham juntos: a maresia e a temporada de chuva de verão.

(48) 99154-7408

O prédio envelhece com plano ou sem plano

A diferença é quem escolhe a hora de gastar: a gestão, com tempo para cotar, ou o problema, no dia em que estourar. Comece pelo levantamento do seu edifício.

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