Levantamos os sistemas do seu edifício, montamos um plano com o que verificar e de quanto em quanto tempo, executamos as rotinas e deixamos o histórico registrado. Quem assume depois de você encontra um prédio com memória.
Rápido de preencher. Depois marcamos o levantamento.
Nenhum deles é grave sozinho. Juntos, descrevem um prédio em que cada problema é descoberto pelo morador, e não pela gestão.
Toda temporada aparece uma cota a mais para resolver algo que estourou. O orçamento anual nunca fecha porque ninguém previu nada.
A bomba foi trocada em que ano? Quando a caixa d'água foi limpa pela última vez? Se a resposta depende da memória de alguém, ela vai embora com a pessoa.
Cada gestão recomeça do zero: redescobre os mesmos problemas, contrata os mesmos diagnósticos e refaz as mesmas escolhas.
Um para bomba, outro para portão, um terceiro para infiltração. Ninguém enxerga o edifício inteiro, e cada um culpa o serviço do outro.
Chove e a garagem alaga de novo. Esquenta e o mesmo motor desarma. O conserto sempre resolve o episódio e nunca a causa.
Na hora do sinistro, provar que o edifício era mantido depende de papel. Sem registro, a conversa começa em desvantagem.
Um edifício é um conjunto de sistemas que envelhecem em ritmos diferentes. O plano existe para que nenhum deles seja lembrado só quando falha.
Acompanhamento de fissuras, revestimento e pontos de armadura, com fotos comparáveis de um ciclo para o outro. É o que mostra se uma trinca está parada ou andando — e evita chegar em recuperação estrutural.
Ciclo longoRalos, calhas, rufos e o estado do sistema de impermeabilização. Ralo entupido e vegetação na laje são baratos de resolver na rotina e caros quando viram infiltração.
SazonalQuadros, disjuntores, aterramento, iluminação de emergência e o sistema de proteção contra descargas atmosféricas. Aqui a falha raramente avisa antes.
Risco diretoBombas, prumadas, barrilete, reservatórios e a rotina de limpeza. Vazamento embutido consome água paga por todo mundo e só aparece no rateio.
Consumo ocultoExtintores, hidrantes, sinalização, portas corta-fogo e rotas de saída — com as datas de validade controladas em calendário, e não descobertas na vistoria do Corpo de Bombeiros.
Validade controladaPiso, pintura, esquadrias, portões, interfone e a interface com as empresas de elevador e de gás — para o condomínio ter um interlocutor técnico, e não só contratos soltos.
Uso diárioA diferença entre os dois modelos não aparece no mês. Aparece no fim do mandato, quando se soma tudo o que foi resolvido às pressas.
Plano de manutenção não se compra pronto: ele é construído em cima do que aquele edifício específico tem, seguindo as diretrizes da ABNT para manutenção de edificações.
Visita técnica percorrendo estrutura, cobertura, casa de máquinas, quadros, reservatórios e áreas comuns, para saber o que existe e em que estado.
Cada equipamento e sistema entra numa lista com idade, condição e contratos já existentes. Boa parte dos condomínios nunca teve esse documento.
O que está em risco entra antes do que é rotina. Não adianta começar um calendário bonito com um problema de segurança em aberto.
Cada verificação recebe uma frequência e um responsável — o que fica com a equipe da casa e o que exige um técnico. Sai daqui o custo mensal do plano.
As visitas acontecem na data prevista, com roteiro escrito. Achou algo fora do padrão, vira registro com foto e recomendação, não conversa de corredor.
O condomínio acumula o registro de tudo o que foi verificado e feito. Periodicamente o plano é revisto, porque o edifício muda com o tempo.
Este é o desenho típico de um plano. O do seu edifício sai do levantamento, porque prédio de quatro andares e torre de trinta não têm a mesma agenda.
Isto é um ponto de partida, não uma regra fixa. A frequência real de cada item depende da idade do edifício, da exposição à maresia, do tipo de equipamento e do que o levantamento encontrar. Prédio de frente para o mar não segue o mesmo calendário de um prédio do miolo da cidade.
O maior valor do plano não é a visita do mês: é o acervo que se forma. Se a HG sair um dia, tudo isso continua sendo do prédio.
Estas são fotos de obras que a HG executou em condomínios de Santa Catarina. Nenhuma delas começou grande — cada uma começou como algo que dava para resolver numa visita.
Água parada por temporadas até virar canteiro. Terminou em impermeabilização da laje inteira.
Sem acompanhamento não se sabe se uma trinca está parada ou andando. Terminou em restauração de fachada.
Umidade de garagem ignorada até a armadura aparecer. Terminou em recuperação estrutural.
Cada mancha branca foi uma gestão tentando resolver sozinha. Somadas, custaram mais que refazer de uma vez.
Escoramento de emergência tira vaga de garagem e não pergunta se é conveniente. É o custo de descobrir tarde.
Montar acesso suspenso é caro e demorado. Quanto mais se adia, maior a área a tratar de uma vez só.
"Contratei os serviços da HG e foi muito satisfatório. Desde a explicação realizada pelos profissionais até a realização de fatos. A reforma atendeu às expectativas do condomínio e foi realizada dentro do prazo contratado."
"Recebi de um amigo, a indicação da HG Engenharia. Posso afirmar que tive todo o acompanhamento necessário durante as diversas etapas da obra. Empresa com equipe sensacional, prestando todo suporte e atenção em cada detalhe. Obrigado Eng. Gabriel e equipe pela excelência! Até a próxima!!!"
"Excelente empresa! Equipe muito atenciosa, profissional e comprometida com a qualidade do trabalho."
Antes de falar em contrato mensal, um engenheiro percorre o edifício e mostra o que encontrou. Se o condomínio decidir seguir sozinho com aquilo, o material é dele do mesmo jeito.
Marcar o levantamentoCREA SC 191344-9. Quem monta o calendário e assina os relatórios é engenheiro, não uma equipe genérica de serviços gerais.
Inventário, relatórios e histórico ficam com o prédio. Encerrado o contrato, nada disso vai embora com a gente.
Quando a rotina aponta um serviço maior, o condomínio cota com quem quiser. O relatório é escrito para qualquer empresa conseguir orçar.
As empresas de elevador, gás e dedetização continuam as mesmas. A diferença é ter alguém técnico do lado do condomínio na conversa.
O valor depende do porte do edifício, da quantidade de sistemas que ele tem e da frequência de visita que o caso pede. Uma torre com gerador, duas casas de bombas e piscina exige muito mais horas técnicas que um prédio de quatro andares.
Por isso o levantamento vem antes do preço, e ele é sem custo: só depois de conhecer o prédio dá para dizer quanto custa cuidar dele.
Não, e não deveria. O zelador cuida da operação do dia a dia, e boa parte das rotinas mensais é ele quem executa melhor do que ninguém — está lá todo dia. O que o plano acrescenta é o roteiro do que verificar, a frequência e o registro, mais a leitura técnica do que foi encontrado.
Na prática o plano costuma facilitar a vida do zelador: ele deixa de decidir sozinho o que é grave.
Não existe uma regra única. Manter o edifício é, antes de tudo, uma recomendação técnica e um dever de boa gestão — e alguns itens específicos, como equipamentos de combate a incêndio, têm exigências próprias.
A legislação sobre vistorias periódicas varia de município para município e vem mudando. Antes de propor qualquer coisa, verificamos o que a cidade do seu edifício exige hoje.
A inspeção predial é uma fotografia: avalia o edifício num momento e gera um documento com as anomalias classificadas por grau de risco. É pontual.
O plano de manutenção é o filme: acompanha o prédio ao longo do tempo, executa rotinas e registra a evolução. Os dois se completam — uma inspeção costuma ser o melhor ponto de partida para montar o plano.
É o melhor momento, por dois motivos. Primeiro porque o edifício ainda está dentro dos prazos de garantia da construtora, e ter registro do que foi verificado é o que sustenta uma cobrança de vício construtivo. Segundo porque começar com o inventário completo é muito mais fácil do que reconstruí-lo dez anos depois.
Vira um registro com foto, gravidade e recomendação, e entra na lista de pendências em ordem de prioridade. O condomínio decide o que fazer e não tem obrigação nenhuma de contratar a obra conosco — o relatório é escrito para qualquer empresa conseguir orçar em cima dele.
Se for risco imediato, a comunicação não espera o relatório do mês: avisamos na hora.
Atende. Além da Grande Florianópolis, mantemos condomínios em Balneário Camboriú, Itajaí, Itapema, Camboriú, Navegantes, Porto Belo, Bombinhas e Penha, no Litoral Norte catarinense, e em Curitiba e região metropolitana. Para plano com visita periódica, vale confirmar a frequência viável na sua cidade.
Planos de manutenção em Florianópolis — Centro, Trindade, Agronômica, Itacorubi, Coqueiros, Estreito, Lagoa da Conceição e Ingleses —, além de São José, Palhoça e Biguaçu. Aqui o calendário precisa considerar dois inimigos que trabalham juntos: a maresia e a temporada de chuva de verão.
(48) 99154-7408A diferença é quem escolhe a hora de gastar: a gestão, com tempo para cotar, ou o problema, no dia em que estourar. Comece pelo levantamento do seu edifício.
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Os serviços possuem garantia conforme especificado em contrato, respeitando as normas técnicas ABNT aplicáveis a cada tipo de intervenção.
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